
CRISTÃO, NEUTRALIDADE TAMBÉM É UMA ESCOLHA.
“Não quero saber de política.”
“Não voto em ninguém.”
“Todos são iguais.”
“Isso não é assunto de cristão.”
Mas será que podemos simplesmente nos retirar de um processo que pode afetar profundamente a vida do nosso próximo?
A Bíblia não nos chama para sermos espectadores da sociedade.
Jesus disse:
“Vós sois o sal da terra. […] Vós sois a luz do mundo.”
📖 Mateus 5:13-14
Sal que não influencia, para que serve?
Luz que permanece escondida, ilumina quem?
O cristão não precisa idolatrar político.
Não precisa defender partido.
Não precisa concordar com tudo que um candidato diz.
Mas precisa exercer discernimento.
Quando escolhemos quem receberá autoridade para tomar decisões que afetam milhões de pessoas, não estamos apenas fazendo uma escolha pessoal. Estamos exercendo uma responsabilidade como cidadãos.
E responsabilidade não combina com indiferença.
A nossa esperança não está em candidatos, partidos ou governos. Está em Cristo.
Mas isso não significa abandonar nossa responsabilidade terrena.
Daniel serviu a Deus enquanto vivia dentro de estruturas políticas de seu tempo.
José exerceu autoridade no Egito.
Ester usou sua posição para interceder por seu povo.
A fé nunca foi uma desculpa para a omissão.
Por isso, antes de dizer “não quero me envolver”, pare e pense:
Se Deus nos chamou para sermos sal e luz, será que a neutralidade diante de decisões que afetam o próximo é realmente neutralidade?
Ou será que, em determinadas situações, não escolher também é uma escolha?
Ore.
Pesquise.
Compare.
Examine.
Não vote por paixão.
Não vote por idolatria.
Não vote por pressão.
Vote com consciência.
Porque nossa fidelidade pertence a Cristo — mas nossa responsabilidade como cidadãos também existe.
“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça.”
📖 Mateus 5:6
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